Viajo esta noite, em férias, para Fortaleza e Jericoacoara e só retorno à ativa no dia 5 próximo. Nesse intervalo, é possível (bem possível) que o blog fique sem ser alimentado... Tudo vai depender das condições que eu encontrar lá. Se forem favoráveis, alimento de lá mesmo com "alguma coisa boa que deve ter lá" (veja as fotos...). Do contrário, prometo fazer um "Destino de Viagem" especial pra vocês quando chegar.
Agora, deixa eu fazer as malas por que eu já estou atrasado...
Um especialista foi chamado para solucionar um problema com um computador de grande porte e altamente complexo. Um computador que vale 12 milhões de dólares.
Sentado em frente ao monitor, pressionou algumas teclas, balançou a cabeça, murmurou algo para si mesmo e desligou o computador.
Tirou uma chave de fenda de seu bolso e deu volta e meia em um minúsculo parafuso. Então ligou o computador e verificou que tudo estava funcionando perfeitamente.
O presidente da empresa se mostrou surpreendido e ofereceu pagar a conta no mesmo instante.
- Quanto lhe devo? - perguntou. - Meu custo é mil dólares, por favor. - Mil dólares? Mil dólares por alguns minutos de trabalho?
Mil dólares por apertar um parafuso? É um salário muito alto; eu sei que meu computador vale 12 Milhões de dólares, mas mil dólares é um valor absurdo!
Pagarei somente se receber uma nota fiscal com todos os detalhes que justifique tal valor.
O especialista balançou a cabeça e saiu.
Na manhã seguinte, o presidente recebeu a nota fiscal, leu com cuidado, balançou a cabeça, e saiu para pagá-la, no mesmo instante, sem reclamar. A nota fiscal dizia:
Serviços prestados:
Apertar um parafuso..................... 1 dólar
Saber qual parafuso apertar...........999 dólares.
A vida é assim, o salário não é pelo que se faz, mas pelo que se sabe.
Seja o melhor profissional da sua área, seja ela qual for.
Obrigado à minha amiga Priscila por ter me indicado esse vídeo...
Paciência Lenine Composição: Lenine e Dudu Falcão
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma Até quando o corpo pede um pouco mais de alma A vida não para Enquanto o tempo acelera e pede pressa Eu me recuso faço hora vou na valsa A vida é tão rara Enquanto todo mundo espera a cura do mal E a loucura finge que isso tudo é normal Eu finjo ter paciência O mundo vai girando cada vez mais veloz A gente espera do mundo e o mundo espera de nós Um pouco mais de paciência Será que é o tempo que lhe falta pra perceber Será que temos esse tempo pra perder E quem quer saber A vida é tão rara (Tão rara) Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma Eu sei, a vida não para(a vida não para não) Será que é tempo que me falta pra perceber Será que temos esse tempo pra perder E quem quer saber A vida é tão rara (tão rara)
"Com tempo e paciência, as folhas da amoreira transformam-se em vestidos de seda.” (Provérbio Chinês)
Será o líder de uma facção terrorista do Oriente Médio? Uma autoridade religiosa islâmica? Um milionário do Oriente, à procura de uma celebridade para ser mais uma de suas esposas?
Mas afinal, quem é esse homem?
Anteriormente conhecido pelo nome artístico de Cat Stevens (Londres, 21 de Julho de 1948) é um ex-cantor e compositor britânico. Seu nome completo é Stephen Demetre Georgiou. Seu pai é de origem grego-cipriota e sua mãe, de origem sueca. Vendeu 40 milhões de álbuns, principalmente entre as décadas 1960 e 1970. Em 1971, escreveu uma música para o filme Harold and Maude. Entre suas canções mais populares estão "Morning Has Broken", "Peace Train", "Moonshadow", "Wild World", "Matthew and Son" e "Oh Very Young". Stevens converteu-se ao Islamismo e ao estudo do Alcorão, abandonando totalmente a música em 1977, após a sua segunda experiência próxima à morte, quando quase se afogou em uma praia. Desde então passou a dedicar-se a atividades beneficentes e educacionais em prol da religião. Toma muito cuidado quanto ao uso de suas músicas. Muitas delas dissertam a respeito de temas de sua vida anterior à conversão, e Stevens não quer mais ser associado a eles. Não surpreende que nunca tenha permitido que qualquer de suas canções fosse usada em comerciais de televisão. Apesar de estar há quase 30 anos afastado da indústria musical, os trabalhos anteriores como Cat Stevens continuam vendendo uma média de 1,5 milhão de discos por ano. Criou seu próprio selo fonográfico, a Ya Records, pelo qual já produziu dez discos de música religiosa e espiritual. Fundou três escolas muçulmanas em Londres e uma organização sem fins lucrativos, Small Kindness, reconhecida pela ONU e através da qual presta ajuda aos órfãos de conflitos como Bósnia, Kosovo e Iraque. Em 2004, o departamento de Segurança Interna dos EUA impediu a entrada dele no país, após incluí-lo na lista de vigilância por atividades provavelmente relacionadas ao terrorismo. Em Março de 2005 ele lançou "Indian Ocean", sobre o tsunami de 2004 no Oceano Índico, que em 26 de Dezembro de 2004 atingiu vários países, com o objetivo de ajudar os órfãos de Banda Aceh, uma das áreas mais afetadas pelo tsunami. Em 2006, anunciou a sua volta à música pop, com o disco An Other Cup, lançado em 28 de novembro, coincidindo com o 40º aniversário de lançamento do seu primeiro álbum. Em entrevista publicada pelo UOL música, declarou: "É minha música, e por isso irá soar como o que fiz até agora. O que faço é bem real", disse Stevens. "Quando meu filho [que também é músico] trouxe a guitarra para casa novamente foi o ponto crucial. Abriu um fluxo de novas idéias e de música, que servirá para me conectar com muita gente", concluiu o cantor.
Adaptado de Wikipedia e UOL
Ouça aqui, os dois maiores sucessos de Cat Stevens, que certamente, você conhece ou já ouviu (não esqueça de apertar o SHIFT ao clicar no link):
A "pequena pedra polida" (do árabe az-zulaïj), introduzida pelos Árabes no século XIX, transformou o Portugal em um espaço de arte popular. Hoje, a arte do azulejo se transformou na arte portuguesa por excelência e continua a inspirar artistas e decoradores.
Tapetes geométricos Até o século 16, os azulejos são importados da Andaluzia, principalmente de Sevilha onde Manuel I encontra o material necessário para decorar seu palácio de Sintra. Os azulejos, então grossos quadrados de porcelana, são dispostos em môdulos de quatro. Eles representam motivos simples (flores, esferas e pinhas) ao infinito, e dão a impressão de verdadeiros tapetes murais cujos relevos atraem a luz. Uma policromia subtil alia o verde esmeralda, o azul de Fez, o branco, o preto e o amarelo alaranjado.
O azulejo durante o Renascimento Durante a metade do século 16, o Portugal possui suas próprias fábricas de azulejos. Os artisãos utilizam então a técnica chamada majolique, inventada por Francesco Nicoloso. Os arabescos e os motivos ainda geométricos são agora pintados sobre um suporte liso.A técnica do Italiano torna agora possível a representação figurativa. Frequentemente, trata-se de medalhões alegóricos, mas podem ser igualmente verdadeiros painéis representando uma cena.
Da policromia ao triunfo do azul No século 17, coexistem pequenos quadrados azuis (ou verdes) e brancos dispostos como um xadrez produzindo um efeito de relevo; ou cenas figurativas policromas. As mais trabalhados estão, na maioria das vezes, nas igrejas. Elas apresentam sutis uniões de cores claras, onde dominam o verde, o azul e sobretudo o amarelo. Seus motivos (vegetais mas também animais) se inspiram às vezes do mundo exótico descoberto pelos navegadores. O azulejo fino, branco e azul, cuja invenção é atribuída aos ateliês de Delft, na Holanda, aparece no fim do século. Muito influenciado pela porcelana chinesa, este tipo de azulejo vai obter muito sucesso no século 18.
A idade dourada : o século 18 O apogeu do azulejo coincide com o reinado de João V (1706-1750). Grandes painéis monumentais enfeitam então os palácios, as igrejas, os claustros ou as fontes. Estilo e motivos (cenas de guerra, batalhas, episódios mitológicos ou extraídos da vida dos santos) refletem o gosto da época. Nas igrejas, os tons frios e azuis dos azulejos se misturam aos dourados das madeiras.
Declínio e renascimento (séculos 19 e 20) O terremoto de 1755, com todas as reconstruções futuras, cria uma forte procura à qual respondem fábricas como a do Rato, em Lisboa. Os motivos tornam-se mais simples, enquanto que a policromia reaparece. O tempo das guerras napoleônicas favorece o declínio do azulejo, que os emigrantes, de volta do Brasil, recolocarão na moda em meados do século 19.A partir desta data, o azulejo reflete as grandes estéticas do tempo: o Art Nouveau primeiro, depois o historicismo do início deste século. O azulejo é utilizado para decorar os imóveis públicos - principalmente as estações (Aveiro ou Porto) - e também os palácios (Buçaco) ou as fachadas das igrejas. Os temas históricos ou oriundos da vida popular são então impregnados por um simbolismo um pouco ingênuo.
O azulejo contemporâneo O azulejo permanece uma arte viva no século 20. Os artistas cujas composições transformam a perspectiva tradicional (Almada Negreiros, Vieira da Silva ou Júlio Pomar) são substituídos por uma nova geração que concilia pintura e escultura, brincando com os relevos. Outras personalidades criaram obras impressionantes que podem ser admiradas no Museu do Azulejo em Lisboa.
O azulejo no Brasil O mesma utilização do azulejo pode ser admirada no Brasil, principalmente na cidade de São Luís, capital do Maranhão. O centro desta cidade histórica, que data do final do século 17, foi fundado pelos Franceses e ocupada pelos Holandeses antes de passar sob a dominação dos Portugueses. A área preservou o conjunto original de suas ruas de traçado retangular. Devido um período de estagnação econômica no início do século 20, uma quantidade importante de imóveis históricos de grande qualidade foram conservados, tornando São Luís um exemplo excepcional de vila colonial ibérica. No traçado do centro da capital, encontram-se características semelhantes às cidades de Lisboa e Porto.O centro histórico da cidade de São Luís, que deve seu nome a Louis 13, rei da França, é o nono monumento histórico-cultural do país incluído na lista do Patrimônio Mundial Cultural e Natural da UNESCO, segundo uma decisão da Assembléia Geral do Comitê do Patrimônio Mundial, reunido em Nápoles, na Itália, em 4 de dezembro de 1997. Três características técnicas permitiram a São Luis de se transformar em Patrimônio Mundial, segundo os critérios da UNESCO:
1-Testemunha excepcional da tradição cultural: isto se deve à preservação importante dos prédios coloniais do centro histórico da capital, exemplo preservado da presença portuguesa do século 18 e início do século 19.
2-Um exemplo importante do conjunto arquitetônico e da paisagem urbana, que ilustra um momento significativo da história da humanidade: o centro histórico de São Luis é considerado como a maior zona arquitetural colocial protuguesa existente no Brasil.
3-Um exemplo importante da integração humana tradicional, que representa igualmente uma época: a ausência de modificações au longo dos anos na zona central da cidade preservou um conjunto muito homogêneo, apesar do crescimento desta região.
Há quem escreva simplesmente "Lave-me por favor!” ou “Me dê um banho!” quando encontra um carro sujo.
Ao invés disso, o artista texano Scott Wade, fabrica verdadeiras obras de arte.
Ele usa sempre o pára-brisas traseiro e consegue obter um produto final interessantíssimo.
Vivendo num lugar onde só se chega por estrada de terra, todos os dias ele tem areia e poeira suficientes acumuladas em seu Mini Cooper e no Mazda de sua esposa.
Essa peculiaridade permite que ele crie com suas obras usando apenas os dedos e um pincel...
Obras como "A Noite Estrelada" de Vah Gogh e a "Monalisa" são incríveis, até mesmo feitas de areia.
A Ilha de Páscoa, no meiodo Pacífico, é o lugar mais remoto do planeta. Não fica perto de nada. Mas é lá, diantedos Moais(enormes estátuas de pedra), que muitos visitantes conseguem ficar mais próximos de si mesmos...
"A ilha mais insular do planeta" medindo 166 quilômetros quadrados, ou seja, a metade de Ilhabela, no litoral de São Paulo, fica no Pacífico, a meio caminho da Polinésia Francesa e a 3700 quilômetros da costa do Chile, país ao qual pertence. De Santiago ao Aeroporto de Mataveri são 5h45 de vôo.
Seu nome decorre de ter sido descoberta no domingo de Páscoa de 1722, pelo holandês Jacob Roggenven.
A ilha não tem placas nas ruas e só recebe um canal de TV e uma modesta emissora de rádio da ilha, com seus locutores enaltecendo a culinária rapanui, a beleza rapanui, a terra rapanui, a música rapanui e, claro, os locutores rapanuis. Telefone celular? Esqueça. Internet, sim, já é possível acessar, mas ainda não há bancas de jornal, e os periódicos, só aparecem a cada quatro dias, dependendo da freqüência dos vôos que vêm do Chile.
Em 1993, foi o cenário do filme Rapa Nui, com Kevin Costner, lançado em 1994.
Só pra esclarecer, “Rapanuis”, é como os moradores da ilha preferem ser chamados.
Páscoa reúne praias ótimas aliás, a rigor, são apenas duas, com enseadas de águas tão claras quanto suas noites estreladas, paisagem tropical e clima e população calorosos. Mas isso é possível encontrar em dezenas, até mesmo centenas de praias do Pacífico.
O que é preciso registrar são as peculiaridades...Mais especificamente os mistérios: esta é a ilha mais enigmática do planeta. Os mistérios já começam no nome original da ilhota, Te Pito o Te Henua - que pode ser traduzido por "O Umbigo do Mundo". Imodesto ou não, o batismo faz jus a fenômenos como a área de Te Pito Kura, onde uma pedra arredondada, com pouco mais de 0,5 metro de diâmetro, revela um magnetismo tão poderoso que diante dela qualquer bússola perde o norte. Até os mais céticos ficam estatelados com essa constatação...
Mas a maioria reconhece que o principal enigma da ilha ainda são os seus célebres moais, as estátuas gigantes em forma humana, que chegam a 20 metros de altura e 50 toneladas. Agora imagine 887 moais espalhados pela ilha, sempre esculpidos em pedra vulcânica. E saiba que, não contentes em confeccionar essas estátuas - cada uma mais pesada do que um frota de seis automóveis -, seus autores ainda fizeram questão de transportar muitas delas por distâncias de até 20 quilômetros com os rudimentares instrumentos do remoto século V. Para complicar, os antigos rapanuis ainda criaram o requinte de adicionar chapéus a diversas das estátuas. É bem verdade que movimentar esses bonés de pedra vermelha vulcânica foi menos complicado. Explica-se: eles são redondos e puderam ser empurrados como rodas. Mas tente erguê-los a 20 metros, na altura do cocuruto de um moai. Hoje, a ciência dá explicações plausíveis para o transporte das enigmáticas estátuas de Páscoa. O arqueólogo Sergio Rapu, nascido na ilha e agora diretor de Estudos Polinésios da Brigham Young University, no Havaí, afirma que seus antepassados conseguiram a proeza esculpindo as peças com uma base côncava, "para que fossem levadas de pé, com uma técnica que envolvia dezenas de homens puxando cordas distribuídas como os aros de uma roda de bicicleta". Parece razoável. Já para os mais místicos, os moais foram transportados com a providencial assessoria de seres extraterrestres. Qualquer semelhança com o best-seller “Eram os Deuses Astronautas?”, publicado no final dos anos 60, não é mera coincidência. Ocorre que o autor do livro, o alemão Erich von Däniken, ajudou a colocar essa ilhota no mapa, dedicando a ela um capítulo inteiro do best-seller.
Com isso, hoje, embora tenha uma população de apenas 2500 rapanuis, a ilha conta com três hotéis confortáveis, um pub descolado (oAloha) e restaurantes idem, onde se recomenda degustar a rape rape - uma pequena lagosta, ainda mais saborosa que sua parente graúda. Os melhores lugares para experimentá-la são o Pea e o Mi Cuerito Regalón, cujo garçom, o chileno Rolando Leiva, além de servir as mesas, é o chef, o proprietário, o caixa e, de quebra, um emérito contador de piadas.
A ilha possui também, boa estrutura para passeios a cavalo e para a prática de mergulho autônomo - sendo que uma das duas operadoras dessa modalidade, a Orca, pertence a Henri Garcia, que os mais velhos hão de lembrar como um dos tripulantes do mítico Calypso, o intrépido navio-laboratório de Jacques Cousteau em sua série de TV.
A Praia Anakena está encravada em uma baía protegida por coqueiros e jamais fica cheia, podendo, portanto, ser visitada a qualquer hora do dia, mesmo na alta temporada. Já a Praia Ovahe conta com areias de um inacreditável tom côr-de-rosa. Recomenda-se visitá-la bem cedinho, devido à sua situação geográfica. Ocorre que o Sol só banha Ovahe até o meio-dia. Depois desse horário, o paredão de rocha vermelha que protege as areias côr-de-rosa provoca sombra, fazendo a pequena enseada perder boa parte de seu encanto.
Ao contrário das demais milhares de ilhas do Pacífico, em Páscoa, a claridade das águas atrai menos do que obscuros conceitos místicos - como o mana. Por mana, entendam-se os pontos de energia descobertos pelos antigos rapanuis. É claro que a tal pedra arredondada de Te Pito Kura, capaz de desnortear as bússolas e mostrar o rumo aos místicos, está nessa lista seleta. De acordo com a rapanui Maria Cecília Cardinali, especializada em recepcionar esotéricos, há outros cinco manas na Ilha de Páscoa. Como não poderia deixar de ser, dois desses reservatórios de energia concentram-se nos ahus, o nome nativo para os agrupamentos de moais, que dizem os esotéricos, teriam sido altar nos primórdios da civilização rapanui. Embora seja o maior dos ahus, com suas quinze estátuas imponentes, o Tongariki não entra na lista. Esse privilégio é cedido ao Akivi, que reúne cabalísticos sete moais, além de outro privilégio: só nesse lugar, as figuras de pedra estão voltadas para o mar. Os historiadores sustentam que essa configuração se deve a um fato prosaico: havia uma aldeia aos pés das estátuas, que funcionariam como simbólicos “sentinelas” contra invasores.
Então, se você quer conhecer praias paradisíacas do Pacífico, mas com um toque de mistério, a Ilha de Páscoa será o seu próximo “Destino de Viagem”.
E boa viagem!
Adaptado do texto de Jaime Borquéz da Revista Próxima Viagem.
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Conheça mais sobre os enigmas da Ilha de Páscoa, clicando aqui.
“A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina.
Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente.
Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.
Daí viver num asilo, até ter chutado pra fora de lá por estar muito novo.
Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar.
Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria.
Aí você curte tudo, bebe bastante, faz festas e se prepara pra faculdade.
Vai pro colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta ao útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando...
Descansar o pé sobre o pedal da embreagem é um vício que provoca o desgaste prematuro dos componentes do sistema
EMBREAGEM - Muitos brasileiros deixam o pé apoiado sobre o pedal da embreagem quando dirigem. É um dos vícios mais comuns e difícil de ser superado. As alavancas desse sistema são responsáveis por multiplicar de oito para 400 quilos o peso aplicado sobre o pedal e separar o disco de embreagem do platô. O pé constantemente apoiado sobre o pedal acelera o desgaste do disco, molas e rolamentos em até 40%.
Dirigir com a mão apoiada sobre o câmbio força o trambulador e seus terminais, provocando desgaste prematuro.