Nosso medo...
“Nosso medo mais profundo não é de ser inadequado. Nosso medo mais profundo é de sermos poderosos além da medida. É nossa luz, não nossa escuridão, o que mais nos assusta. Nós nos perguntamos, ‘Quem sou eu para ser brilhante, interessante, talentoso e fabuloso?’ Na realidade, quem é você para não ser? Você fazer o papel de pequeno não serve ao mundo. Não tem nada de iluminador em se encolher de forma que outras pessoas em volta de você não se sintam inseguras. Nós nascemos para manifestar a glória do universo que está dentro de nós. E não está só em alguns de nós, está em todo mundo. E quando a gente deixa a nossa própria luz brilhar, nós, inconscientemente, damos a outras pessoas permissão para fazerem o mesmo. Quando a gente se liberta dos nossos medos, nossa presença automaticamente liberta os outros”.

















3 comentário(s):
Belíssima mensagem, Oscar!
Passe lá no meu blog e deixe seu comentário!!!
Hummm...
Just thinking about Mandela's message!;)
Adoro o Munch, especialmente "O Grito". É recorrente na obra dele o uso da ponte de Oslo. Ele, filho de um pai super controlador, envolve-se com uma mulher casada. Desespero!
E é incrível que o desespero não é apenas do personagem, mas em toda a paisagem. Dor que angustia-nos e que não aponta saída. São as dores do mundo, talvez.
Acho que veio a calhar este texto do Mandela com a pintura do Munch.
O bom é que Mandela aponta a saída em nós; já Munch o desespero a partir de nós.
Boa escolha!
Belo post, Oscar!
Realmente, o medo é um dos maiores entraves à evolução humana. Quando aprendermos, de fato, a nos libertarmos desse sentimento e de tudo o que deriva dele, estaremos mais próximos da felicidade...
Beijos... =)
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