flanar, verbo intransitivo: andar ociosamente, sem rumo nem sentido certo; flanear, flainar, perambular.

Etimologia: do francês flâner (1808) 'avançar lentamente e sem direção certa'. (Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa)



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Segunda-feira, 19 de Maio de 2008

Zélia Gattai merece toda a nossa reverência...



Trouxe lá do Hippo's, da minha amiga Lucy.



Café Teatro Zélia Gattai

Há menos de um mês atrás...

O café é parte integrante da Fundação Casa de Jorge Amado, instalada em uma das mais belas construções coloniais do Pelourinho. O forte é a programação cultural, com peças teatrais, saraus e lançamentos de livros. As paredes trazem reproduções de capas dos livros do romancista. Sua obra também é retratada em um documentário exibido no salão. O cardápio enxuto inclui pastéis de frango defumado, R$ 2,50 a unidade, e quiche de camarão com palmito, R$ 3,00. Há bebidas geladas como o ice café, servido com creme de chocolate e chantilly. A taça custa R$ 4,50.


Especialidade: CAFETERIAS

Endereço: Largo do Pelourinho ,s/nº
Bairro: Centro Histórico
CEP: 40025-280
Telefone: 3321-0122
Site: www.jorgeamado.org.br
Lugares:80
Horário:13h/19h (seg. a sáb.)

Terça-feira, 27 de Novembro de 2007

Café com Amarula

Aquela receita prometida pelo amigo querido Luciano Fabre.

Ingredientes:


1 café expresso;

2 bolas de sorvete de creme ou de chocolate

1dose de licor (Amarula, lógico)

1 pitada de canela e pó;

Chantily para decorar;

Canela em pau para decorar


Modo de preparo:

No liquidificador, bater o sorvete, o café o licor e a canela.

Colocar a mistura numa taça e decorar com chantily e canela em pau


É ou não é de dar água na boca?

Obrigado, meu amigo!


Segunda-feira, 27 de Agosto de 2007

Sangrias desatadas...

Sangria


"Acordei com a alma na mão.

Uma sangria escorria entre os dedos.

Com o polegar fiz pressão contra o corte

Que engoliu meu dia"


Viviane Mosé

(Sangria, poema de Viviane Mosé, extraído do livro Toda Palavra, Ed. Record, RJ/SP, 2006)


Sangria de Champagne

Ingredientes:

1 garrafa de espumante
1/2 litro de sumo de tutti-frutti
100gr de morangos
2 maçãs
2 laranjas
4 colheres de sopa de açúcar
hortelã
2 paus de canela

Preparação:

Depois da fruta bem lavada [podem, naturalmente usar outras combinações de fruta], cortam-se os morangos ao meio [não esquecer de tirar as folhas], as maçãs aos pedaços pequenos [com ou sem casca, como preferirem] e as laranjas em rodelas finas [igualmente com ou sem casca]. Coloca-se a fruta no charro, junta-se-lhe o espumante [atenção, tem de se verter com cuidado afinal estamos a falar de espumante, portanto vai fazer muita espuma] e finalmente o sumo. Adiciona-se o açúcar e mexe-se bem [deita-se uma colher de cada vez e prova-se, de forma a adequar a sangria ao nosso gosto]. Finalmente juntamos os paus de canela e umas folhas de hortelã e frigorífico!

A receita eu achei nesse blog e a poesia nesse.


Quinta-feira, 19 de Julho de 2007

Encha sua boca d'água...


Fondue de frutas com chocolate


Ingredientes
- 1 xíc (chá) de morangos inteiros
- 1 xíc (chá) de uvas-itália
- 1 xíc (chá) de melão em cubos
- 300 g de chocolate meio amargo
- 1 xíc (chá) de creme de leite fresco
- 2 col (sopa) de licor de laranja

Modo de Preparo
1. Lave bem as frutas sob água corrente. Numa tábua, corte-as como desejar e leve à geladeira. Reserve.
2. Numa panela, junte os ingredientes restantes e leve ao fogo baixo até o chocolate dissolver e formar uma mistura homogênea, mexendo sempre.
3. Numa panela de fondue ou numa sopeira, despeje o chocolate derretido e mexa bem. Mergulhe as frutas, uma a uma, no chocolate bem quente e aproveite.

Oferecimento: http://porquecargasdagua.blogspot.com/


Agora, quando fizer, me convide. Hummmmmmmmmmmm........


Quinta-feira, 24 de Maio de 2007

Hoje é o "Dia Nacional do Café"!

Os tipos de Café Brasileiros

"O Brasil é o maior produtor mundial de café e o segundo maior consumidor", diz Rodrigo Branco Peres, que dirige o Café do Centro ao lado do primo Rafael. "Tem clima, altitude, tipo de solo e topografia que nos permite ter, em diversas regiões do País, todos os tipos de café produzidos no mundo; assim, achamos que esta divisão por região expressa bem a qualidade do café brasileiro

"As diversas regiões produtoras de café no País, dependendo do clima, da altura de cultivo e até do tratamento posterior à colheita, produzem uma enorme variedade de tipos e qualidades de café", explica. "Assim como o vinho, o café é marcado pela diversidade de aroma, sabor, corpo e acidez e nossa nova linha quer identificar estas diferenças"

Regiões Cafeeiras

Entre as seis regiões que compõem a nova linha do Café do Centro, o produto do Sul de Minas é identificado pelo aroma frutado e alta acidez. É um café medianamente encorpado, com um aftertaste prolongado. Já o café do Cerrado Mineiro tem aroma achocolatado, é de médio corpo e apresenta acidez normal. A área da Mogiana Paulista produz um café bastante encorpado com aroma frutado. Os cafés desta região são marcados também pelo equilíbrio entre doçura e acidez.

Os cafés produzidos no norte do Paraná proporcionam uma bebida extremamente encorpada, com amargor acentuado, aroma caramelizado e acidez normal. O estado da Bahia, o mais novo produtor de cafés especiais do Brasil, produz uma bebida muito suave, levemente achocolatada, sem corpo e com notável acidez.

Os cafés provenientes do Espírito Santo têm aroma levemente caramelizado e apresentam sabor pouco adstringente. O café é pouco encorpado e tem acidez regular. Para garantir a qualidade, o Café do Centro usa também os serviços de testes e análises do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), de Campinas.

Fonte: www.herbario.com.br

REGRAS FUNDAMENTAIS DE UMA BOA PREPARAÇÃO

Quanto melhor o café, maior é a extração e melhor o sabor da bebida.

Veja a data de fabricação do café. Café recém torrado tem mais sabor.

O café moído se deteriora facilmente em função do ar, da umidade, do calor, do tempo e do contato com odores estranhos. Por isso ele deve ficar acondicionado sempre distante desses riscos. Guarde o café não utilizado em um recepiente com boa vedação, na geladeira.

A água utilizada deve ser pura e limpa. Utilize sempre água filtrada ou mineral na preparação do café.

Prepare somente a quantidade de bebida que vai ser consumida imediatamente ou, no máximo, durante a hora seguinte.

O tempo de contato entre água e café deve ser:
Para moagem fina - até 4 minutos
Para moagem média - de 4 a 6 minutos
Para moagem grossa - de 6 a 9 minutos
Este tempo varia conforme o equipamento e a preferência pessoal.

Use a medida correta. Utilize de 80 a 100 gramas de pó (aproximadamente 5 a 6 colheres de sopa) para 1 litro de água. Se a bebida resultar sem sabor, aumente a quantidade de café. Se ela ficar amarga, áspera ou desagradável, diminua o tempo de contato da água com o café, diminuindo a quantidade do pó.

A água utilizada deve ser apenas aquecida - não pode ferver, pois a perda de oxigênio altera a acidez do café. A temperatura ideal de preparo é próxima dos 90oC.

Pelo pó de café deve passar somente água quente, jamais a bebida. A recirculação torna a bebida muito amarga, áspera e desagradável.

O café usado (café esgotado, borra) é o pior inimigo do sabor, aroma, da cafeteira e da sua saúde. Jogue-o fora. Nunca o reutilize, sequer misturando-o ao café fresco. Para garantir a qualidade ideal, o café já usado e a bebida preparada devem ficar sempre separados.

Deguste com prazer uma bebida fresca, um café preparado na hora, ou o mais recente possível. A característica da bebida café é a de ir deteriorando-se lentamente e, por isso, um café preparado há mais tempo não tem o mesmo sabor agradável de um café fresco.

Beba o café em xícaras de porcelana. O sabor fica destacado e a temperatura constante.

No caso do uso de garrafas térmicas, estas devem ser muito limpas e de uso exclusivo do café.

Nunca prepare ou armazene a bebida já adoçada porque se formará uma crosta de caramelo de mal sabor nas paredes do recipiente

Fonte: www.abic.com.br

E aí? Vem tomar um cafezinho comigo???


Sexta-feira, 18 de Maio de 2007

Um pouquinho de sofisticação pro seu final de semana


SUSHI

por Marcia Bindo

Ele é o alimento símbolo da culinária japonesa – e a iguaria mais conhecida fora do país. O sushi tem origem numa técnica curiosa de conservação do peixe que remonta ao século 4 a.C. Naquela época, o peixe era colocado no meio de uma papa de arroz cozido. Passavam-se alguns dias e o arroz fermentava, o que, além de manter o peixe conservado, dava a ele um sabor especial. No começo, o arroz era descartado e só o peixe era consumido. Depois passou-se a consumir o arroz também e, para encurtar o processo de preparação, começaram a usar o vinagre em vez de esperar o arroz fermentar. Daí o nome sushi, que significa “conservar no vinagre” em japonês, ser usado para todos os pratos que levam arroz temperado com vinagre (o sashimi, outro prato bastante conhecido, leva apenas fatias de peixe cru). Existem vários tipos de sushi, que recebem nomes diferentes de acordo com o formato e o recheio. Aqui, ensinamos o preparo do hassomaki sushi, com arroz e recheio envolto em alga marinha. Mas quem ensina o segredinho da confecção dos rolinhos é o chefe de cozinha japonesa Carlos Watanabe: “O preparo de um bom sushi está na habilidade de fazê-lo com cuidado e dedicação”.

Ingredientes (para 6 rolos ou 36 pedaços):

• 3 folhas de alga nori
• arroz (recomenda-se o arroz japonês branco de grão curto)
• 30 gramas de atum em tiras
• molho shoyu (de soja)
• tempero wasabi (pasta de raiz forte)
• vinagre (2/3 de copo americano)
• açúcar (1/2 colher de sopa)
• sal (1 colher de café)
• saquê seco (1 colher de sopa)

Acessórios

• Uma faca bem afiada
• Uma esteira de bambu
• Uma tigela para o preparo do arroz
• Um recipiente para o molho shoyu

Preparo do arroz

Lave o arroz e cozinhe com a mesma medida de água em fogo alto. Assim que levantar fervura, abaixe para o fogo médio e tampe a panela, deixando uma fresta para a saída do vapor. Quando o arroz estiver seco, desligue o fogo e deixe tampado por 20 minutos, para o calor terminar de cozinhar os grãos. Durante esse tempo, cozinhe em outra panela o vinagre, o açúcar, o sal e o saquê, até os ingredientes ficarem diluídos. Espalhe o arroz em uma tigela e jogue o molho de vinagre. Mexa até o arroz esfriar. Está pronto o arroz para sushi.



Veja também:

Um slideshow que mostra o passo-a-passo do preparo.

Fonte: Revista Vida Simples da Editora Abril in UOL


Quarta-feira, 7 de Fevereiro de 2007

O Drink mais famoso do mundo...


O drink de James Bond
A bebida criada em um hotel de
Nova York conquistou o mundo


por Fernando Roveri











O Dry Martini foi criado especialmente
para o magnata John Rockefeller

O mais clássico, amado e requisitado drink do mundo. Com sua receita simples e seu toque sofisticado, o Dry Martini tornou-se obrigatório em qualquer bar de requinte. Consumido mundialmente, o drink foi imortalizado nos filmes do espião inglês James Bond, nos cinemas. O Dry Martini foi inventado em 1910, no Hotel Knickerbocker, de Nova York, pelo barman Martini de Arma di Taggia, e é aristocrático em sua origem. Ele surgiu por exigência do magnata norte-americano John D. Rockefeller, que queria degustar um drink ao mesmo tempo simples e sofisticado. Barman experiente, Martini testou várias combinações até chegar a esta criação, que conquistou Rockefeller e os demais freqüentadores do hotel, como o tenor Enrico Caruso. A partir daí, a combinação de gim, vermute e azeitona conquistou o mundo.

James Bond por

Pierce Brosnan

Até os dias de hoje, uma grande polêmica impera sobre a receita original do Dry Martini. Sempre surgiram dúvidas sobre a quantidade correta de gim e vermute que devem ser colocados na bebida, na mesma dosagem feita pelo criador do drink. Esta questão, aliás, não chega a ser esclarecida no livro do norte-americano John Doxat, Stirred, Not Shaken (Mexido, Nunca Agitado, em português). O escritor relata que a quantidade ideal do vermute, para uma dose de gim, é apenas a da sombra da garrafa sobre o copo, ou seja, apenas "um cheiro". Esta controvérsia também faz parte das páginas de outra obra literária, desta vez do grande cineasta espanhol Luis Buñuel, fã ardoroso da bebida. Em seu livro de memórias, Meu Último Suspiro, a receita descrita por ele continha poucas gotas de vermute Noilly Pratt sobre pedras de gelo. A dose de gim era acrescentada depois. O personagem James Bond degusta uma variante da bebida em todos os filmes da série, que levava vodca e vermute, "sempre mexido".

Polêmicas e receitas diferenciadas à parte, o Dry Martini tem uma obrigatoriedade: deve ser bem seco e servido em uma taça de haste fina e borda delicada. Os apreciadores da bebida dizem que essa característica dá um "sabor de viagem" ao drink, pois nasceu em uma das cidades mais cosmopolitas do mundo, a democrática e multifacetada Nova York.

RECEITA DO DRY MARTINI

Ingredientes
1 dose de Gim
5 gotas de vermute
6 pedras de gelo

Preparo
Primeiramente, deixe a taça no congelador por alguns minutos. Enquanto isso, prepare o drink no copo-misturador, mais conhecido como mixing glass. Ponha entre quatro e seis pedras de gelo inteiras, evitando pedaços picados, pois eles derretem facilmente. Retire o excesso de água das pedras do gelo. Despeje uma dose generosa de gim (inglês, de preferência) sobre o gelo. Em seguida, acrescente cinco gotas de vermute, de preferência o clássico francês Noilly Pratt. Com uma colher longa (mais conhecida como bailarina), mexa o conjunto com movimentos rápidos e vigorosos. O drinque é apenas mexido, nunca batido. Retire a taça do congelador e despeje o líquido utilizando um coador de bar. Para decorar, corte uma fina casca de limão, sem a polpa branca, torça a casquinha para que o sumo do limão caia sobre a mistura. Por fim, espete uma azeitona verde em um palito, coloque-a no fundo da taça e sirva.

Fonte: Revista Adega/UOL